Frente Comum: Governo degrada SNS para o entregar aos privados

A degradação do Serviço Nacional de Saúde (SNS)
a que vimos assistindo não acontece por acaso.
Trata-se de um caminho premeditado para criar condições sociais que favoreçam a privatização.
O Governo mente e faz de conta, mas, por opção política, não ataca os problemas com medidas estruturais.
O país continua a ser confrontado com a ausência deliberada de respostas em cuidados de saúde:
• São frequentes as notícias de partos em ambulâncias;
• São diários os encerramentos de serviços de urgência;
• São intermináveis as horas de espera nas urgências;
• É exasperante e perigosa a burocracia no acesso aos cuidados de saúde, como é exemplo a imposição de contactar, primeiro, a linha SNS 24;
• São preocupantes os tempos de espera cada vez maiores para atendimento nestes serviços;
• É muito preocupante a gradual diminuição da resposta de consultas de especialidade nos hospitais;
• São revoltantes os casos da falta de resposta emergente, como os que redundaram na morte recente de três pessoas.
O governo e o Ministério da Saúde tardam em assumir as responsabilidades políticas.
Pelo contrário, transferem-nas para as administrações hospitalares, para os bombeiros, para o INEM, para os profissionais e até para os próprios utentes.
(Ler aqui a Nota enviada pela Frente Comum à Comunicação Social)
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- Publicado em 15 janeiro 2026
2.º Encontro Nacional dos Trabalhadores das Misericórdias
2.º Encontro Nacional
dos Trabalhadores
das Misericórdias
Lisboa, 23 Janeiro 2026
Vem contribuir para a discussão e resolução dos problemas!
- valorizar os trabalhadores
- melhores salários
- respeito pela contratação colectiva
Hotel VIP Executive
Entre Campos, Lisboa
10h00
inscrições (até 15 de janeiro)
- contacta o teu sindicato
- consulta aqui o comunicado da nossa Federação
- lê o Aviso Prévio de Greve para o dia 23
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- Publicado em 08 janeiro 2026
13/JAN/2026 — Dia de Luta contra o pacote laboral

13 de Janeiro é dia de Luta!
Na Greve Geral do passado dia 11 de Dezembro 2025, os Trabalhadores, resistindo a ameaças e chantagens, disseram não ao pacote laboral.
Mas a luta terá que continuar para que este seja retirado.
Por isso, no dia 13 de janeiro, iremos até à Assembleia da República entregar ao primeiro-ministro as milhares de assinaturas contra o pacote laboral.
Lê aqui o Apelo da nossa Central Sindical, a CGTP Intersindical
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- Publicado em 07 janeiro 2026
AIMA – Basta de Compromissos – Queremos Soluções
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- Publicado em 26 novembro 2025






