
O Governo mente e faz de conta, mas, por opção política, não ataca os problemas com medidas estruturais.
O país continua a ser confrontado com a ausência deliberada de respostas em cuidados de saúde:
• São frequentes as notícias de partos em ambulâncias;
• São diários os encerramentos de serviços de urgência;
• São intermináveis as horas de espera nas urgências;
• É exasperante e perigosa a burocracia no acesso aos cuidados de saúde, como é exemplo a imposição de contactar, primeiro, a linha SNS 24;
• São preocupantes os tempos de espera cada vez maiores para atendimento nestes serviços;
• É muito preocupante a gradual diminuição da resposta de consultas de especialidade nos hospitais;
• São revoltantes os casos da falta de resposta emergente, como os que redundaram na morte recente de três pessoas.
O governo e o Ministério da Saúde tardam em assumir as responsabilidades políticas.
Pelo contrário, transferem-nas para as administrações hospitalares, para os bombeiros, para o INEM, para os profissionais e até para os próprios utentes.
(Ler aqui a Nota enviada pela Frente Comum à Comunicação Social)