Já são mais de duas centenas de Mediadores Socioculturais ao serviço da AIMA e do País a exercer funções de carácter permanente.
É urgente e necessário abrir novos processos de regularização do vínculo laboral, enquanto trabalhadores em funções públicas por tempo indeterminado e com vinculação à AIMA.
O Governo teima em não querer regularizar a situação precária e prova disso é o anunciado pacote de 20,53 milhões de euros até 2028 para aumentar a contratação de Mediadores por via das IPSS e ONG.
Exigimos a integração com vínculo público permanente já que, com toda a certeza, a AIMA não estaria em funcionamento sem a contratação e precarização destes trabalhadores.